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Nov 042010
 
LISBOA: Isto é Selvagem como a Gramática da Pele

O MAC – Movimento Arte Contemporânea organiza: Isto é Selvagem como a Gramática da Pele, JOÃO DUARTE escultura JOSÉ MANUEL SIMÕES fotografia a realizar no dia 2 de Novembro, terça-feira, pelas 19h00. Nestes tempos, em que as relações entre seres se contrapõem, surge agora esta exposição trivectorial “isto é selvagem como a gramática da pele” representada por estas três obras que nos seus modos diversos de concepção e expressão se entrelaçam no conceito. Divergindo do mesmo ponto, estes três autores partem da essência comum das criações, do fulcro essencial do desejo, tomando a mulher-mater como princípio sagrado de todos os estádios e sensações. A pele, aquele órgão total do corpo humano é chamado como receptáculo das emoções primeiras, que os autores transpõem para a obra, neste respirar essencial. Pele, receptáculo de todas as sensações, nas simples ou complexas crispações emocionais, íntimas até ao absoluto êxtase, do ser complexo na sua sensualidade que é o Homem. Diálogo visual, crispação intensa, gramática imprevisível que abarca todo o reflexo do Ser na sua relação sensual constante com o quotidiano e o espaço mais ou menos obscuro, mais ou menos luminoso que habitamos. Pele, reflexo de micro cristais da luz do sol que permite toda a sensualidade das formas nas suas mais diversas soluções. Agora, o MAC tem o prazer de receber neste espaço estes modos de sentir nas formas várias de expressão: a Poesia de Joaquim Pessoa, a Fotografia de José Manuel Simões e a Escultura de João Duarte. Álvaro Lobato de Faria Dia 11. Isto é selvagem […]