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Jun 172011
 
MAC 17º Aniversario celebrado en Lisboa

El MAC de Lisboa (Movimiento de Arte Contemporáneo) celebra su 17º aniversario con la inauguración de una exposición colectiva que junta pintura, escultura y joyería y la entrega de los Trofeos MAC 2011,

May 242011
 
Niram Art Editorial anuncia su próximo título: Movimiento Arte Contemporáneo Lisboa

La Editorial Niram Art anuncia su próximo título, “Movimiento Arte Contemporáneo de Lisboa” por Héctor Martínez Sanz , Fabianni Belemuski y Diego Vadillo López La edición es coordinada, supervisada y organizada por Antonio Calderón de Jesús, asesor de arte. Se trata de una incursión en la historia y los artistas representados por el MAC de Lisboa, una institución fundada por Álvaro Lobato de Faria, galerista y promotor cultural portugués. Entre los artistas presentados en el libro y seleccionados por Antonio Calderón de Jesús, se encuentran Hilário Teixiera Lopes, Ricardo Paula, Onik Sahakian, Alberto Cedrón y muchos más artistas plásticos portugueses o residentes en Portugal. Una interesante aventura por el mundo de los mejores artistas plásticos lusos, con fecha prevista de publicación para otoño 2011.   El volumen será el primero de una serie editorial más amplia, que va a explorar el mundo de las galerías de arte de varios países, bajo la organización y coordinación de Antonio Calderón de Jesús. Sobre los autores: Héctor Martínez Sanz (Madrid, 1979) es Licenciado en Filosofía y Letras por la Universidad Complutense de Madrid y Diplomado en Literatura por la Sociedad Cervantina de Madrid. Tras tres años colaborando con diferentes publicaciones y revistas como A Parte Rei, Libreconfiguración o Niram Art, en 2009 es nombrado director de la Revista de Arte y Ensayo Madrid en Marco y publica, en 2010, su segunda obra ensayística “Pentágono” (Ed. Niram Art). Fabianni Belemuski, licenciado en Periodismo por la Universidad Complutense de Madrid , es autor de artículos, reportajes, entrevistas y críticas literarias […]

Apr 062011
 
RICARDO PAULA exposición de pintura portuguesa en Lisboa

Depois de mais de um ano de ausência, Ricardo Paula apresenta agora no MAC duas exposições que, aparentemente díspares, se cruzam em descrições que mostram e escondem enredos de amor e desamor, príncipes e princesas, fadas e irmãs malvadas, e em que se pressente a existência de uma atmosfera de tensão irónica. E erótica. Um quotidiano carnal, íntimo, onde se adivinha a permanência do desejo. “Cinderela, parto hoje à meia-noite para o fim” e “A tua saia e o azul mais escuro da noite” são exposições filiadas no vigor da neo-figuração, que reflectem uma identidade entrelaçada em mitos populares, lúdicos e familiares, vivenciados em atmosferas inequivocamente azuladas, nebulosas, onde se adivinham tramóias mágicas, arquitectadas no universo do eterno feminino. Sentimentos por vezes embaraçosos, que passam pelo pulsar do corpo e arrepio da pele, são enaltecidos e sancionados nestas duas exposições, numa travessia de ambiguidades que resulta das horas de efabulação a que o pintor se dedica, despovoando a nossa memória do imaginário tradicional, mas permanecendo no território do que pode ser reinventado, dito e documentado em tela. Nada sobra, nem um só traço que não seja essencial… CINDERELA parto hoje à meia-noite para o fim de 5 a 29 de Abril / 2011 av. álvares cabral, 58-60, lisboa A Cinderela, a fada-madrinha e as mulheres passarinho ——————————————————————— A Tua Saia e o Azul mais Escuro da Noite de 5 a 29 de Abril / 2011 rua do sol ao rato, 9/c, lisboa Eco de uma carta A lua —————————————————————————– + info MAC – MOVIMENTO ARTE […]

Apr 062011
 
HILÁRIO TEIXEIRA LOPES pintura portuguesa, MAC, Lisboa

Exposição de pintura de Hilário Teixeira Lopes, Em Tempo de Criatividade A Expressão de Sentimentos, a realizar no MAC em Lisboa (Av. Álvares Cabral, 58/60), de 3 a 27 de Maio de 2011. Más Info: http://www.movimentoartecontemporanea.com/exposicoes/129/ EM TEMPO DE CRIATIVIDADE A EXPRESSÃO DE SENTIMENTOS Hilário Teixeira Lopes é um pintor inquieto, passando por períodos estéticos diversos, desde a abstracção à figuração, do expressionismo à nova-figuração, tendo sempre presente um forte sentido geométrico nas suas composições. Quando em 1965, ganha o Prémio Amadeo de Souza-Cardoso – o mais importante prémio de pintura instituído em Portugal na altura – a sua obra começou a evoluir num sentido cromático pleno de intensidade expressiva, em que os volumes são rigidamente definidos em cores planas e o movimento é dado por múltiplas dicotomias, entre planos e espaços. Esta evolução culmina em 1969, quando o quadro “Rugby”, conquista o Primeiro Prémio de Pintura na II Bienal Internacional de Desporto em Belas Artes (Madrid). Nessa ocasião, toda a crítica madrilena foi unânime em reconhecer a justiça do prémio e em verificar que o pintor português era incontestavelmente um dos casos mais promissores da pintura contemporânea. O galardão conquistado confere novos estímulos ao pintor que rapidamente começa a trabalhar na procura de uma solução pictórica, coerente com a sua produção anterior, mas que agora se apresentava plena de qualidades matéricas, onde a exaltação da cor é dada por matizes diversos: da sua paleta explodem as cores quentes do sol e da terra, do sangue dos homens e do azul sideral dos astros. Na […]

Jan 222011
 
MAC LISBOA: Água de Cheiro, Pó de Arroz, em Tempo de Beija-Flor e Papagaio de Papel

Aqui, tudo se passa à noite. Antes, durante ou depois de uma festa que se arrasta pelas horas, as noites não contemplam períodos de descanso. Aumentam as batidas da música e do coração e nem a visão fica diminuída, iluminados que surgem homens e bichos, numa luxúria cromática de extraordinária força lírica. Luares radiantes, cúmplices e confidentes, que encerram segredos de conquistas e namoros clandestinos, apadrinhados pelo universo ancestral do animismo africano, repleto de criaturas oníricas. Nestas festas, os sons parecem romper os limites da tela e não existe tristeza. Serestas e serenatas, luzes, cores e perfumes são ingredientes constantes que Roberto Chichorro utiliza como garante de sedução. E múltiplas são as personagens e os seus mistérios. Inebriantes. Repletas de paixão e erotismo incendiários. Mulatas que sonham, maquilhadas de muciro e pó de arroz, que se aprontam para a festa, que se insinuam ou se ajeitam à janela. E esperam… cativas de amor. Os homens agitam-se, os bichos também. Cabras e gatos e bodes e peixes e burros e cães namoradeiros, e os outros, que não sabemos quem são, mescla de fábulas e recordações. Tocadores de viola, de flauta, de piano. Homens-lua, conquistadores. E os pássaros. Beija-flor ou papagaios de papel. Intermediários entre céu e terra, entre mulheres e homens, polinizadores que segredam recados, com morada voluntária nas muitas gaiolas douradas que pendem do infinito. Este sentido mágico de permanente comunhão com a natureza decorre de vincados traços da personalidade do pintor, do lado idílico do seu pensamento simbólico, da sua admiração perante a beleza […]

Nov 042010
 
Portugal: Hilário Teixeira Lopes - MUSEU DA ÁGUA

Exposiçao de Hilário Teixeira Lopes no MUSEU DA ÁGUA – Mãe D’ Água, com a colaboração do MAC – Movimento Arte Contemporânea, exposição comissariada por Álvaro Lobato de Faria, Director Coordenador do MAC HILÁRIO TEIXEIRA LOPES DA COLORATURA MULTI-DIRECCIONALMENTE EXPANSIVA 66 Anos de Carreira Hilário Teixeira Lopes é um pintor inquieto, passando por períodos estéticos diversos, desde a abstracção à figuração, do expressionismo à nova-figuração, tendo sempre presente um forte sentido geométrico nas suas composições. Quando em 1965, ganha o Prémio Amadeo de Souza-Cardoso – o mais importante prémio de pintura instituído em Portugal na altura – a sua obra começou a evoluir num sentido cromático pleno de intensidade expressiva, em que os volumes são rigidamente definidos em cores planas e o movimento é dado por múltiplas dicotomias, entre planos e espaços. Esta evolução culmina em 1969, quando o quadro “Rugby”, conquista o Primeiro Prémio de Pintura na II Bienal Internacional de Desporto em Belas Artes (Madrid). Nessa ocasião, toda a crítica madrilena foi unânime em reconhecer a justiça do prémio e em verificar que o pintor português era incontestavelmente um dos casos mais promissores da pintura contemporânea. O galardão conquistado confere novos estímulos ao pintor que rapidamente começa a trabalhar na procura de uma solução pictórica, coerente com a sua produção anterior, mas que agora se apresentava plena de qualidades matéricas, onde a exaltação da cor é dada por matizes diversos: da sua paleta explodem as cores quentes do sol e da terra, do sangue dos homens e do azul sideral dos astros. Na […]